 Eu estava deitado de costas na cama, pau latejando duro na frente do rosto dela. A coroa de cabelo cacheado grisalho, óculos dourados e aquele sorriso safado olhou direto pra mim, abriu a boca e desceu devagar. Senti a cabeça do meu pau sendo envolvida pelos lábios quentes e macios dela. A língua quente e molhada pressionou logo embaixo da glande, lambendo devagar enquanto ela descia mais um pouco.
Segurei a respiração quando ela agarrou firme a base do meu pau com a mão direita, apertando forte o suficiente pra deixar ele ainda mais inchado. Começou a subir e descer a cabeça em um ritmo gostoso, molhado pra caralho. Cada descida eu sentia o calor da boca dela engolindo metade do pau, a sucção forte puxando a pele, a saliva grossa escorrendo pela haste e molhando meus pelos.
Ela acelerou. Os movimentos ficaram mais curtos e intensos, a cabeça dela balançando rápido pra frente e pra trás. A boca chupava com tanta força que dava pra sentir as bochechas dela afundando ao redor do meu pau. A língua trabalhava sem parar, pressionando a veia de baixo e circulando a cabeça toda vez que ela subia um pouco. A mão girava levemente na base, apertando e masturbando junto, criando uma fricção perfeita.
Meu pau estava completamente encharcado da saliva dela, brilhando, escorrendo pelos meus bagos. Olhei pra baixo e vi o rosto dela todo molhado, óculos embaçados, cabelo bagunçado caindo no rosto, expressão de pura safadeza e concentração. Ela puxava o pau quase todo pra fora às vezes, lambia a glande inchada com a língua toda aberta, me olhava por cima dos óculos com aqueles olhos cheios de tesão, e voltava a engolir com vontade, como se não quisesse parar nunca.
Os pés dela balançavam no ar atrás, o corpo todo mexendo enquanto ela me mamava. Eu sentia ondas de prazer subindo pela barriga, as coxas tremendo, as bolas contraídas. A combinação da boca quente, da sucção poderosa, da língua experiente e da mão apertada era insana. Cada estocada da cabeça dela fazia meu pau latejar forte dentro daquela boca molhada, a glande sensível sendo massageada sem piedade.
Era um boquete molhado, ritmado, fundo e cheio de fome. Eu só conseguia gemer baixo, segurar os lençóis e curtir cada segundo daquela coroa grisalha me chupando como se fosse a última vez. |